Mais de 1 milhão de
pessoas assinaram um manifesto contra Renan Calheiros na presidência do
Congresso Nacional. Movimentos como esse têm grande valor simbólico.
Equivalem às manifestações modernas em que se protesta contra algo
vergonhoso ou sanguinário com cartazes que dizem: "Não em meu nome". São
bons para mostrar que o País não é homogêneo e que alguns governantes
tomam atitudes francamente rejeitadas por milhares de seus conterrâneos.
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
300 picaretas e uma pá de cal - FERNANDO GABEIRA
Num dos meus primeiro mandatos de deputado federal defendi na tribuna da
Câmara Os Paralamas do Sucesso, acusados de caluniar o Congresso
Nacional com a música Luís Inácio (300 picaretas). Os primeiros versos
diziam: "Luís Inácio falou, Luís Inácio avisou/ são trezentos picaretas
com anel de doutor".
Defendi-os em nome da liberdade de expressão. Não concordava inteiramente com Lula. Talvez fossem 312 ou 417. Reconheço que 300 é um número redondo, mais fácil de inserir nos versos de uma canção popular. Além do mais, nem todos têm anel de doutor. Mas isso são detalhes. O mais importante é registrar que estávamos na véspera da chegada do PT ao governo federal, início da era do "nunca antes neste país". E aonde chegamos, agora, uma década depois?
Renan Calheiros deve assumir a presidência do Senado, Henrique Eduardo Alves, a da Câmara e o deputado Eduardo Cunha, a liderança do PMDB. Caso se concretizem, esses eventos representam um marco na História do Congresso. Significa que, para muitas pessoas informadas, o Congresso deixa de existir. É o fim da picada...
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Defendi-os em nome da liberdade de expressão. Não concordava inteiramente com Lula. Talvez fossem 312 ou 417. Reconheço que 300 é um número redondo, mais fácil de inserir nos versos de uma canção popular. Além do mais, nem todos têm anel de doutor. Mas isso são detalhes. O mais importante é registrar que estávamos na véspera da chegada do PT ao governo federal, início da era do "nunca antes neste país". E aonde chegamos, agora, uma década depois?
Renan Calheiros deve assumir a presidência do Senado, Henrique Eduardo Alves, a da Câmara e o deputado Eduardo Cunha, a liderança do PMDB. Caso se concretizem, esses eventos representam um marco na História do Congresso. Significa que, para muitas pessoas informadas, o Congresso deixa de existir. É o fim da picada...
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