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sexta-feira, 8 de março de 2013
‘Trilogia do Gelo’ - Hermano Vianna
Vladimir Sorokin é o Fausto Fawcett de Moscou menos 40 graus
Vladimir Sorokin já foi chamado de Quentin Tarantino ou Marquês de Sade da literatura russa contemporânea. Prefiro chamá-lo de Fausto Fawcett de Moscou menos 40 graus. Quem me conhece sabe, não tenho elogio melhor. Outras pessoas, menos exaltadas, decretam apenas que ele será o próximo Roberto Bolaño (isto é: obrigatório em rodas intelectuais chiques, assim como um caramelo com flor de sal). Os sinais de sua iminente celebridade global são claros. Em 2011, foi “escritor em residência” em Stanford. Este ano, concorre ao Man Booker International Prize que será anunciado dia 22 de maio, em jantar no museu Victoria & Albert, Londres.Democracia 2.0. Ou quase. - Nelson Motta
Aos poucos a mídia
internacional vai se dando conta do tamanho da encrenca que representa o
Movimento Cinco Estrelas conquistar 25% dos votos para a Câmara e o
Senado na Itália e virar o maior "partido" do país. O comediante Beppe
Grillo canalizou a indignação popular contra os velhos partidos - os
culpados pela Itália estar como está - xingando e esculachando seus
representantes e mandando todos para casa. Mas também apresentou novas
formas de participação popular e de democracia direta.
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Aos 81 anos, Beatriz disse: deixem comigo! - Ignácio de Loyola Brandão
Dia desses, uma
amiga do interior me ligou, queria me passar umas informações. Eu disse:
"Vou te dar meu e-mail, você passa tudo. E ela: "Acha que sei trabalhar
com isso? Sabe quantos anos tenho? Sou de outra geração. Não temos nada
a ver com essas coisas". Sei quantos anos ela tem: 73. Porque três anos
atrás o marido fez uma bela festa para os 70 anos dela. Lembrei-me que
meu tio José ficou fascinado com o computador que ganhou dos filhos. E
ainda não havia mouse, imaginem, era tudo controlado pelo teclado. E
José estava com quase 80.
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Leonardo Boff-O maior patrimônio que o Brasil tem é o seu povo
Nossa história pátria vem marcada por uma herança de exclusão que
estruturou nossas matrizes sociais. Tal fato tem onerado poderosamente a
invenção de uma nação soberana. Fomos vítimas de quatro invasões
sucessivas, que inviabilizaram, até recentemente, um projeto nacional
autônomo, aberto às dimensões do mundo.
A primeira invasão ocorreu no século XVI, com a colonização portuguesa. Índios foram subjugados, e milhões de escravos foram trazidos da África como carvão para a máquina produtiva.
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A primeira invasão ocorreu no século XVI, com a colonização portuguesa. Índios foram subjugados, e milhões de escravos foram trazidos da África como carvão para a máquina produtiva.
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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Entrevista - Yoani Sánchez
‘Não fui nomeada, mas me sinto uma diplomata do povo’
A blogueira cubana e colunista do Estado Yoani Sánchez conta que
vinha tentando obter autorização para deixar seu país desde 2008. Por 20
vezes, teve a permissão negada. Ela acredita que, com a flexibilização
na lei migratória de Cuba conseguirá vir ao Brasil, onde planeja chegar
dia 18, para participar do lançamento da nova edição de seu livro De
Cuba, com Carinho (Editora Contexto), em São Paulo, e da exibição do
documentário Conexão Cuba Honduras, do cineasta Dado Galvão, na Bahia. A
seguir, os principais trechos de entrevista concedida ao Estado.
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GUILHERME RUSSO - O Estado de S.Paulo
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Entrevista - Marcelo Rubens Paiva
'E quem era o comandante?', questiona Marcelo Rubens Paiva
Roldão Arruda
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O que o Senado quer - Luiz Garcia
Todo colegiado, ou quase todo, alimenta o vício do coleguismo em graus
variados. É uma consequência, dizem os observadores benevolentes, da
convivência diária. Já os pessimistas definem o fenômeno como uma
espécie de pacto de proteção mútua.
Quem quiser que escolha a sua definição do fenômeno. Ele acaba de ocorrer no Senado Federal, que reconduziu à sua presidência, por voto secreto (o que pode, quem sabe, ajudar a explicar o fenômeno), o político alagoano Renan Calheiros, do PMDB.
Se alguém na plateia já esqueceu - o que, no Senado é absolutamente impossível que tenha acontecido -, o político alagoano, cinco anos atrás, o que não é tempo suficiente para apagar a memória dos senadores, foi forçado a renunciar ao cargo debaixo de uma desmoralizante acusação, nunca desmentida.
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Quem quiser que escolha a sua definição do fenômeno. Ele acaba de ocorrer no Senado Federal, que reconduziu à sua presidência, por voto secreto (o que pode, quem sabe, ajudar a explicar o fenômeno), o político alagoano Renan Calheiros, do PMDB.
Se alguém na plateia já esqueceu - o que, no Senado é absolutamente impossível que tenha acontecido -, o político alagoano, cinco anos atrás, o que não é tempo suficiente para apagar a memória dos senadores, foi forçado a renunciar ao cargo debaixo de uma desmoralizante acusação, nunca desmentida.
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Samba, sexo e cerveja
Anúncio associando perda de virgindade e álcool vai ao Conar
Arnaldo Bloch
RIO — “O que você está esperando para ter a sua primeira vez?”. O
slogan, criado pela agência Mood para a campanha de carnaval da cerveja
Devassa, partiu de um anúncio de TV onde um homem de 30 anos tem a sua
“primeira experiência” ao lado da atriz Alinne Moraes. O GLOBO apurou
que o filme já é objeto de processo no Conar (Conselho Nacional de
Autorregulamentação Publicitária). Já os cartazes, instalados depois,
estão em pelo menos metade das bancas de jornais, painéis e mobiliário
urbano das ruas internas de Copacabana, Ipanema, Leblon, Gávea, Jardim
Botânico, e espalhada por bairros de toda a cidade.
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A era da abundância - Hermano Vianna
Os novos adolescentes estão acostumados com a abundância. Não existe tradução fácil entre essas duas economias. Quem tem a minha idade se lembra do tempo em que fazer interurbano custava uma fortuna
Outro dia tentei fazer uma adolescente (13 anos) compreender que não é bacana ser descuidada com seus pertences a ponto de ter que trocar de celular a cada 30 dias. Ela não entendia meus argumentos: “Mas os celulares não são dados de graça pela operadora?” Expliquei pacientemente: “Não existe boca totalmente livre neste mundo”; os custos do aparelho estão incluídos no plano de serviços ou são retirados dos pontos do programa de fidelidade (e não podem ser encarados como brindes). Não adiantou: eu mesmo não acreditava que minhas palavras iriam convencê-la a mudar de comportamento. Senti até vertigem ao contemplar o abismo geracional que causava ruído em nossa comunicação.Piadas no salão - Nelson Motta
"Não podemos
permitir que nossa palavra seja cerceada por aqueles que têm o monopólio
da comunicação", bradou Zé Dirceu de punho cerrado, diante de 500
militantes, num salão de Brasília. E como soubemos disso? Pelo Estadão, O
Globo, a Folha de S.Paulo, e vários jornais, sites, rádios e televisões
que têm o monopólio da comunicação no Brasil. Êpa! Que monopólio de
araque é esse com tantas empresas competindo num dos maiores mercados
publicitários do mundo?
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No Bonete, ganhei o BBB - Ignácio de Loyola Brandão
Como nas quermesses
da infância, quando comprávamos números e ficávamos com o coração nas
mãos, torcendo para ganhar na roleta um frango assado, um bolo, um
brinquedo, Jair, o cantador das pedras, ia anunciando os números. Eu
ouvia e me lembrava também do tempo em que jogava tombola na juventude:
dois patinhos na lagoa, 22; dois machados num pau só, 11; idade de
Cristo, 33; quá-quá-quá, 44; o mesmo número de qualquer lado, 8; começo
do jogo, 1. Naquela época havia um número que provocava risos: é ele ou é
ela? 24. O veado no jogo de bicho.
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Leonardo Boff - O legado da crise atual: rever e reinventar conceitos
Nutro a convicção, partilhada por outros analistas, de que a crise sistêmica atual nos deixará como legado e desafio a urgência de repensar a nossa relação para com a Terra e os modos de produção e consumo, de reinventar uma forma de governança global e uma convivência que inclua a todos na única e mesma casa comum - o planeta. Para isso é forçoso rever conceitos que possam nos apontar um novo norte. Boa parte da crise atual deriva de premissas falsas.
O primeiro conceito a rever é o de desenvolvimento. Na prática, ele se identifica com o crescimento material expresso pelo PIB. Sua dinâmica é ser o maior possível, o que implica a exploração desapiedada da natureza e a geração de grandes desigualdades nacionais e mundiais. Importa abandonar essa compreensão quantitativa e assumir a qualitativa de desenvolvimento, bem-definido pelo prêmio Nobel Amartya Sen como o "processo de expansão das liberdades substantivas", vale dizer, a ampliação das oportunidades de modelar a própria vida e dar-lhe um sentido que valha a pena. O crescimento é imprescindível, pois é da lógica de todo ser vivo, mas só é bom a partir das interdependências das redes da vida que garantem a biodiversidade. Em vez de crescimento/desenvolvimento, deveríamos pensar numa redistribuição do que já foi acumulado.
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O primeiro conceito a rever é o de desenvolvimento. Na prática, ele se identifica com o crescimento material expresso pelo PIB. Sua dinâmica é ser o maior possível, o que implica a exploração desapiedada da natureza e a geração de grandes desigualdades nacionais e mundiais. Importa abandonar essa compreensão quantitativa e assumir a qualitativa de desenvolvimento, bem-definido pelo prêmio Nobel Amartya Sen como o "processo de expansão das liberdades substantivas", vale dizer, a ampliação das oportunidades de modelar a própria vida e dar-lhe um sentido que valha a pena. O crescimento é imprescindível, pois é da lógica de todo ser vivo, mas só é bom a partir das interdependências das redes da vida que garantem a biodiversidade. Em vez de crescimento/desenvolvimento, deveríamos pensar numa redistribuição do que já foi acumulado.
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Documentário acompanha vida da comunidade GLS nas favelas do Rio
- Favela gay’ é produzido por Cacá Diegues e se passa no Vidigal, Rocinha, Complexo da Maré, Alemão, Andaraí, Rio das Pedras e Cidade de Deus
Fabiano Moreira
RIO - O cineasta Rodrigo Felha estava filmando o tradicional jogo de
queimado organizado pela MC Tati Quebra Barraco, em 2008, na Cidade de
Deus, quando percebeu que, apesar de a brincadeira ser extremamente
feminina, era a turma gay que chamava a atenção e fazia a diferença,
dando graça e humor às partidas. Foi ali que surgiu a ideia de filmar
“Favela gay”, um documentário que acompanha a rotina e as dificuldades
de nove pessoas em assumir a homossexualidade nas comunidades de
Vidigal, Rocinha, Complexo da Maré, Alemão, Andaraí, Rio das Pedras e
Cidade de Deus.
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Lama, 5 anos, torturada e morta pelo pai
- O xeque saudita Fayan al-Ghamdi torturou e estuprou a filha. Ela morreu no hospital. Ele se livrou da Justiça pagando multa de US$ 50.000
ARTIGO - RASHEED ABOUALSAMH
Apesar das dezenas de mortes ocorrendo diariamente na guerra civil na
Síria, e de uma onda de violência deflagrada pela policia egípcia
contra manifestantes insatisfeitos com a governança do presidente
islamista Mohammed Mursi, várias notícias vindas da Arábia Saudita
chamam a atenção e uma delas é a aparente absolvição de um clérigo
saudita que espancou a sua própria filha à morte.
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Helio Schwartsman - A pobreza da medida
SÃO PAULO - Acho que as administrações Lula e Dilma deram um
passo importante ao colocar maior ênfase do que gestões anteriores no
combate à pobreza. E nem é preciso apelar a valores semimetafísicos como
solidariedade e dignidade humana para aplaudir a decisão. Ela faz
sentido mesmo à luz do egoísmo absoluto do "Homo economicus": criar um
mercado consumidor interno é importante para quem busca o
desenvolvimento sustentável.
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José Simão - Carnaval! É proibido pensar!
Neste Carnaval transe com segurança. Segura no meu sexo. Faça sexo seguro, segura aqui, ó! Rarará!
Buemba! Buemba! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da
República! R. Gaúcho perde pênalti e seleção perde na volta do Felipão!
O Felipão começa na seleção dando continuidade no trabalho que ele fazia
no Palmeiras: perdendo! O FelipANTA! E o Ronaldinho Gaúcho bate bem é
no pandeiro. O Ronaldinho Gaúcho bate bem, mas não é pênalti. É bronha
pela webcam. Rarará!
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